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sábado, 30 de janeiro de 2010

com a chegada da UNISOL Brasil a Economia Solidária se fortalece no Acre


Economia Solidária se fortalece no Acre com a chegada da Unisol

Tatiana Félix *

O ano de 2009 trouxe avanços para o setor da Economia Solidária no Acre, região Norte do país. Além da criação do marco legal no Estado, a chegada da Central de Cooperativas e Empreendimentos Solidários (Unisol), veio apoiar e fortalecer os empreendimentos desta nova economia.

A entidade se instalou no Acre no primeiro semestre de 2009 e desde então tem afiliado cada vez mais empreendimentos. "Já contamos com quase 50 empreendimentos filiados à Unisol", contabiliza Carlos Omar de Assis, Assessor Técnico da Unisol no Acre.

A aprovação da lei estadual que cria o Programa Estadual da Economia Solidária, em abril do ano passado, fortaleceu os empreendimentos da região, buscando subsídios com outros programas e políticas de inclusão social e geração de trabalho e renda.

Segundo Carlos Omar, o foco deste ano está nas parcerias. "Queremos buscar novos parceiros e potencializar os empreendimentos, através da capacitação", declara. Ele disse ainda que, para isso, devem ser realizadas ações de formação, autogestão, e, principalmente, na área da comercialização, uma das principais dificuldades enfrentadas pelo setor em todo o país. "É preciso ter abertura de mercado".

Outra expectativa para este ano é a criação do Conselho Estadual de Economia Solidária, um espaço que deve cuidar de assuntos como políticas públicas e o acesso ao microcrédito, entre outros temas. De acordo com o Assessor Técnico, Rio Branco, capital do Estado, já possui um Conselho Municipal para o segmento, já que a cidade aprovou há cerca de dois anos, a lei municipal de economia solidária.

Na programação dos eventos, Omar adianta que na segunda quinzena de maio será realizada a segunda edição da Feira Internacional Pan-Amazônia. Na primeira edição, realizada no ano passado, cerca de 330 empreendimentos, de oito países, entre eles, Peru, Chile, Bolívia e Colômbia, participaram.

"As matérias de Economia Solidária são produzidas com o apoio do Banco do Nordeste (BNB)".


* Jornalista da Adital

2 comentários:

Glória disse...

Sou da econonia solidaria de Porto Velho.RO.Gostaria muito de consegir o imail da senhora Nelsa inês Fabian Nespolo.Obrigado Marleneducipo@gmail.com

SOS DIREITOS HUMANOS disse...

DENÚNCIA: SÍTIO CALDEIRÃO, O ARAGUAIA DO CEARÁ – UMA HISTÓRIA QUE NINGUÉM CONHECE PORQUE JAMAIS FOI CONTADA...



"As Vítimas do Massacre do Sítio Caldeirão
têm direito inalienável à Verdade, Memória,
História e Justiça!" Otoniel Ajala Dourado



O MASSACRE APAGADO DOS LIVROS DE HISTÓRIA


No município de CRATO, interior do CEARÁ, BRASIL, houve um crime idêntico ao do “Araguaia”, foi o MASSACRE praticado pelo Exército e Polícia Militar do Ceará em 10.05.1937, contra a comunidade de camponeses católicos do SÍTIO DA SANTA CRUZ DO DESERTO ou SÍTIO CALDEIRÃO, cujo líder religioso era o beato "JOSÉ LOURENÇO GOMES DA SILVA", paraibano de Pilões de Dentro, seguidor do padre CÍCERO ROMÃO BATISTA, encarados como “socialistas periculosos”.



O CRIME DE LESA HUMANIDADE


O crime iniciou-se com um bombardeio aéreo, e depois, no solo, os militares usando armas diversas, como metralhadoras, fuzis, revólveres, pistolas, facas e facões, assassinaram na “MATA CAVALOS”, SERRA DO CRUZEIRO, mulheres, crianças, adolescentes, idosos, doentes e todo o ser vivo que estivesse ao alcance de suas armas, agindo como juízes e algozes. Meses após, JOSÉ GERALDO DA CRUZ, ex-prefeito de Juazeiro do Norte/CE, encontrou num local da Chapada do Araripe, 16 crânios de crianças.


A AÇÃO CIVIL PÚBLICA AJUIZADA PELA SOS DIREITOS HUMANOS


Como o crime praticado pelo Exército e pela Polícia Militar do Ceará é de LESA HUMANIDADE / GENOCÍDIO é considerado IMPRESCRITÍVEL pela legislação brasileira e Acordos e Convenções internacionais, por isto a SOS DIREITOS HUMANOS, ONG com sede em Fortaleza - CE, ajuizou em 2008 uma Ação Civil Pública na Justiça Federal contra a União Federal e o Estado do Ceará, requerendo: a) que seja informada a localização da COVA COLETIVA, b) a exumação dos restos mortais, sua identificação através de DNA e enterro digno para as vítimas, c) liberação dos documentos sobre a chacina e sua inclusão na história oficial brasileira, d) indenização aos descendentes das vítimas e sobreviventes no valor de R$500 mil reais, e) outros pedidos



A EXTINÇÃO SEM JULGAMENTO DE MÉRITO DA AÇÃO


A Ação Civil Pública foi distribuída para o Juiz substituto da 1ª Vara Federal em Fortaleza/CE e depois, para a 16ª Vara Federal em Juazeiro do Norte/CE, e lá em 16.09.2009, extinta sem julgamento do mérito, a pedido do MPF.



AS RAZÕES DO RECURSO DA SOS DIREITOS HUMANOS PERANTE O TRF5


A SOS DIREITOS HUMANOS apelou para o Tribunal Regional da 5ª Região em Recife/PE, argumentando que: a) não há prescrição porque o massacre do SÍTIO CALDEIRÃO é um crime de LESA HUMANIDADE, b) os restos mortais das vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO não desapareceram da Chapada do Araripe a exemplo da família do CZAR ROMANOV, que foi morta no ano de 1918 e a ossada encontrada nos anos de 1991 e 2007;



A SOS DIREITOS HUMANOS DENUNCIA O BRASIL PERANTE A OEA


A SOS DIREITOS HUMANOS, igualmente aos familiares das vítimas da GUERRILHA DO ARAGUAIA, denunciou no ano de 2009, o governo brasileiro na Organização dos Estados Americanos – OEA, pelo DESAPARECIMENTO FORÇADO de 1000 pessoas do SÍTIO CALDEIRÃO.


QUEM PODE ENCONTRAR A COVA COLETIVA


A “URCA” e a “UFC” com seu RADAR DE PENETRAÇÃO NO SOLO (GPR) podem localizar a cova coletiva, e por que não a procuram? Serão os fósseis de peixes do "GEOPARK ARARIPE" mais importantes que os restos mortais das vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO?



A COMISSÃO DA VERDADE


A SOS DIREITOS HUMANOS busca apoio técnico para encontrar a COVA COLETIVA, e que o internauta divulgue a notícia em seu blog/site, bem como a envie para seus representantes no Legislativo, solicitando um pronunciamento exigindo do Governo Federal a localização da COVA COLETIVA das vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO.


Paz e Solidariedade,



Dr. Otoniel Ajala Dourado
OAB/CE 9288 – 55 85 8613.1197
Presidente da SOS - DIREITOS HUMANOS
Editor-Chefe da Revista SOS DIREITOS HUMANOS
Membro da CDAA da OAB/CE
www.sosdireitoshumanos.org.br
sosdireitoshumanos@ig.com.br